Quem Somos

 

A Fehorama Filmes começou a trilhar seus caminhos ao redor do curta-metragem "Os Meninos Perdidos", quando ainda éramos estudantes do CRAV (Curso de Realização Audiovisual), na UNISINOS. Parte trabalho de conclusão de curso, parte primeiro projeto fora do ambiente universitário, o filme foi escrito e dirigido pelo Giordano Gio, com direção de arte do Daniel Miragem, e protagonizado pelo Matheus Piccoli, e já continha em si muito do que seguimos buscando em nossos projetos: amizade e sinceridade na formação da equipe e na produção, e a busca por um cuidado plástico e estético em todo o processo de criação. 

 

Desde que foi criada por Gio e Miragem em 2014, a Fehorama realizou os curtas "Cidade Média", "Ferro", "Ne Pas Projeter" e "1947". O ano de 2018 trouxe muitas novidades à Fehorama Filmes, como a entrada do Matheus como sócio depois de ter participado de diversos projetos da produtora, e nossa primeira aventura no universo dos games com a produção do "Esquadrão 51". 

Apesar da grafia diferente, o nome da produtora remete diretamente à ferrovia de brinquedo do nosso imaginário que, assim como a própria ideia de fazer cinema, contém em si um componente lúdico do qual é impossível desviar. Desde a primeira sessão dos Lumière, o cinema e o trem andam juntos, tornando o insólito possível através de imagem e som. É esse o rumo que decidimos seguir com a Fehorama Filmes. 

Da esquerda para direita, Matheus Piccoli, Giordano Gio e Daniel Miragem

MATHEUS PICCOLI é formado pelo Curso de Realização Audiovisual (CRAV), na UNISINOS, Matheus trabalha em cinema, publicidade e TV desde 2011 em diversas funções, além de 3 anos e meio de experiência em canais de televisão desenvolvendo programas, institucionais e comerciais, os quais lhe garantem amplo conhecimento das várias necessidades de todos os setores de uma produção audiovisual. Compõem atualmente a diretoria da APTC/ABD-RS, entidade representativa do setor, como 1º Tesoureiro até 2021. Na área de Produção, participou da Executiva na série “O Complexo" (dir. Tiago Rezende e Gabriel Faccini, Verte Filmes, 2021), no longa-metragem "Rasga Coração" (dir. Jorge Furtado, Casa de Cinema de Porto Alegre, 2018), nos curtas-metragens "Psicopompo" (dir. Giordano Gio, 2020) e "Jardim das Horas" (dir. Matheus Piccoli, 2020), ambos da Fehorama Filmes. Além disso, atuou na Direção de Produção em séries como "Nosso Ofício" (dir. Tuca Siqueira, Ateliê Produções, 2019) e em comerciais para empresas como Aquiris, Nintendo, Honda e FIAT. Como principal projeto, atua na Produção Executiva do game "Esquadrão 51” (Loomiarts/Fehorama Filmes), a ser lançado internacionalmente em 2021 nas plataformas de PC, Xbox One, Playstation 4 e Nintendo Switch pela empresa chinesa Whisper Games. Na assistência de direção, trabalhou nos longas "Depois de Ser Cinza" (dir. Eduardo Wannmacher, Pironauta Produtora, 2019) e “Rasga Coração”, e nas séries "Para Que Servem os Homens" (RBSTV, 2013) e "Ocidentes" (TVERS, Besouro Filmes, 2013), além de ser 2º Tesoureiro e membro da ADA-RS/BRASIL (Assistentes de Direção Associados). Foi premiado como montador com os curtas "Consertam-se Gaitas" (Anna Cris Paulus; Boca Migotto e Gue Martini, NAC, 2016) e  "Secundas" (Cacá Nazario, K.K. Cinema e Vídeo, 2017), e atualmente é montador do longa-metragem "Meyerhold" e da série documental "Chami", ambos da K.K. Cinema e Vídeo, ambos em produção. Em 2018, passou a integrar como sócio-diretor a Fehorama Filmes, onde desempenha a Produção Executiva de seus projetos, entre eles, as séries  "Só Sei que Foi Assim”, em parceria com a Otto Desenhos, e "Abduzidos Anônimos", em parceria com a Bactéria Filmes, e o longa-metragem "Medo da Chuva", além de outros curtas e projetos de jogos.

 

GIORDANO GIO é formado pelo Curso de Realização Audiovisual (CRAV), da UNISINOS, e desde seu primeiro curta-metragem já inclinou em direção ao fantástico com seu primeiro filme "Os Meninos Perdidos", uma homenagem ao cinema que cresceu assistindo. Em seu estágio, Gio foi aprendiz dos cineastas e roteiristas Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, tendo sua primeira experiência sendo parte de uma mesa de roteiro no seriado "Doce de Mãe", com Fernanda Montenegro, para a TV Globo, que viria a vencer o Emmy Internacional de Melhor Série de Comédia. Também com a Casa de Cinema de Porto Alegre, Gio foi 2º Assistente de Direção do longa-metragem "O Mercado de Notícias" (dir. Jorge Furtado, 2014) e recentemente, pesquisador e roteirista do seriado documental "Cinema em Conflito", ainda em desenvolvimento. Assinou também como roteirista a série "Partiu?!" (dir. Bruno Carvalho) a ser veiculada em breve na TV a cabo. Através da Fehorama Filmes, realizou mais quatro curtas metragens:  "Cidade Média" (2015), "Ferro" (2015), "1947" (2017) e "Psicopompo" (2020) todos orbitando ao redor de temas como memória, tempo, amadurecimento, normalmente dentro do universo do cinema fantástico. Atualmente, desenvolve o projeto “Abduzidos Anônimos”, junto à Bactéria Filmes, e a série “Só Sei que Foi Assim”, junto à Otto Desenhos, além de seu primeiro longa metragem, “Medo da Chuva”. O fantástico também faz parte da sua práxis teórica e acadêmica. Historiador da Arte formado pela UFRGS, instituição na qual também se tornou mestre em História, Teoria e Crítica de Arte,  debruçou-se sobre dois temas centrais de pesquisa. O primeiro deles, acerca da Criptozoologia da Arte, ou seja, a representação de seres fantásticos através da arte através dos tempos, da antiguidade à arte contemporânea; o segundo, na dissertação "Grimórios em Movimento: A Arte de Méliès à luz de Outros Fantasmas", Gio utiliza o pioneiro do cinema fantástico como prisma para pensar as transformações dos século XX e XXI através de elementos recorrentes de seu cinema: o mágico, o duplo, o diabo, o sonhar, a máquina voadora, e o trem.

DANIEL MIRAGEM é diretor de arte, formado pelo Curso de Realização Audiovisual (CRAV), na UNISINOS. Realizou, ainda na universidade, a direção de arte de filmes como "Os Meninos Perdidos" (dir. Giordano Gio, 2014) e "27 Corações" (dir. Cris Aldreyn), tendo sido premiado por este último. Além da larga experiência na área da publicidade, Miragem vem trabalhando no departamento de arte de diversos projetos da Casa de Cinema de Porto Alegre, como as séries "Doce de Mãe" (2014), para a TV Globo, e "Fora de Quadro" (2015), para o Canal Brasil, e os longas "Morto não Fala" (dir. Dennison Ramalho, 2018) e "Rasga Coração" (dir. Jorge Furtado, 2018).  Assina a direção de arte de curtas-metragens como "Cidade Média" (dir. Giordano Gio, 2014), "Exílio" (dir. Pedro Bughay, 2016), “1947" (dir. Giordano Gio, 2018), “Psicopompo" (dir. Giordano Gio, 2020) e “Takanakuy” (dir. Gustavo Vokos, 2020).

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